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sexta-feira, 2 de julho de 2010

Alemanha e Argentina: cinco títulos mundiais e muita história em campo

Protagonistas das finais das Copas de 1986 e 1990, sul-americanos e europeus conquistaram um título cada sendo fiéis aos seus estilos

Por Marcelo Russio Rio de Janeiro

De um lado, o talento, a malícia e o improviso. Do outro, o planejamento, a frieza e a eficiência. Se há duas escolas de futebol que sintetizam exatos opostos entre si, são elas a Argentina e a Alemanha. Donas de currículos invejáveis na história das Copas, as duas seleções somam cinco títulos mundiais - dois dos quais para os argentinos e três para os alemães - e dois decididos entre si. A Copa de 1986 - que teve Maradona como maior nome e a Argentina campeã - e a de 1990, protagonizada por Lothar Matthäus, que levantou a taça de campeão, não poderiam ser melhores exemplos do futebol praticado nos dois países. 

Maradona 1986 e Mathaus 1990Maradona (1986) e Matthäus (1990) comandaram suas equipes nas duas finais entre argentinos e alemães (Fotos: Getty Images / AP)

Mick Jagger leva a culpa pela eliminação brasileira da Copa‎


Depois de presenciar a eliminação da Inglaterra e dos Estados Unidos, mais uma derrota vai para a lista de Mick Jagger: a do Brasil. Ele torcia para a Seleção Brasileira no Estádio Nelson Mandela Bay na manhã desta sexta (2), onde assistiu à partida válida pelas quartas de final da Copa ao lado do seu filho brasileiro, Lucas.
O grupo de Dunga perdeu por 2 a 1 para a Holanda e os torcedores não perdoaram no Twitter: a "culpa" foi colocada no líder da banda Rolling Stones e o termo "Mick Jagger FDP" se consolidou na lista dos tópicos mais comentados logo após o jogo.
A brincadeira que chama Jagger de pé-frio já não é novidade. A apresentadora Luciana Gimenez, mãe de Lucas (filho do cantor), já havia comentado em seu perfil pessoal na rede de microblogs na semana passada "Podem deixar meu filho e seu pai em paz!".
Entre as mensagens que culpam Mick Jagger pela desclassificação brasileira, algumas pedem para ele agora torcer para Argentina e outras, mais indignadas, clamam: "Nunca mais venha para o Brasil!".

AGORA SÓ EM 2014

A Copa do Mundo acabou para o Brasil. E pela segunda vez seguida nas quartas de final. Dunga recuperou o brio que faltou à equipe de 2006, mas foi pouco. Vontade não basta para ser campeão. A seleção fez um primeiro tempo empolgante, mas um segundo tempo patético, repleto de erros infantis e descontrole emocional.

A Holanda soube aproveitar, venceu de virada por 2 a 1 e deu o troco pelas eliminações de 1994 e 1998. Ao Brasil resta lamentar. Mais um ciclo acabou sem troféu. Serão mais quatro anos de espera para, em casa, buscar nova redenção. Até lá, o sentimento será de decepção.
As duas bolas cruzadas dos gols da Holanda farão Julio Cesar e o restante da defesa ter noites de insônia. O ponto forte da seleção brasileira de Dunga sempre foi o setor defensivo, a retaguarda comandada por Juan e Lúcio. Mas a Holanda ignorou o histórico, os defensores e virou o jogo em Port Elizabeth.
Aí o que se viu foi o velho problema da equipe de Dunga. A falta de soluções ofensivas. Robinho se destacou no primeiro tempo, mas sumiu no segundo. Kaká mostrou que ainda não está 100% e que jogou a Copa “baleado”. Ele se esforçou. Muitos se esforçaram. Mas só esforço não ganha Copa do Mundo.
O descontrole emocional também entrou em campo e foi decisivo. Felipe Melo, autor da bela assistência do gol brasileiro, foi a prova disso. O volante não se conteve, como prometeu, e prejudicou o Brasil no segundo tempo com sua expulsão aos 28min. A seleção passou a fazer cara feia, a brigar em campo. Mas só cara feia não ganha Copa do Mundo.
Dunga conquistou tudo que disputou desde que assumiu. Levou a Copa América, a Copa das Confederações e classificou nas eliminatórias em primeiro lugar. Mas no grande teste o técnico fracassou. Depois de tantos treinos fechados, faltaram soluções táticas. E também opções no banco de reservas. Principalmente na armação. Júlio Baptista e Ramires não estão prontos para isso. São apenas soldados. Mas só soldados não vencem guerra nenhuma.
Talvez o treinador tenha perdido tempo demais brigando com a imprensa. Acabar com os privilégios e deixar a seleção concentrada foi seu acerto, mas para construir isso o treinador pegou o caminho do conflito contra tudo e contra todos.
Em 2006, a seleção caiu nas quartas de final diante da França com a imagem de uma equipe apática, sem amor à camisa. Desta vez, o time que tanto brigou deixou como última impressão a total desorganização nos minutos finais. O último ataque da Holanda parecia roda de bobinho. E dentro da área do Brasil. Muitos jogadores ficaram no ataque só olhando.
A seleção que já virou partidas importantes com Dunga não mostrou esse poder no momento em que mais precisou. No primeiro jogo da Copa em que ficou em desvantagem, o Brasil se perdeu. Faltou concentração. Faltou eficiência. E faltou a criação. A habilidade e o improviso que ameaçaram aparecer no primeiro tempo não voltaram do intervalo. O time burocrata fracassou. Sobrou união, mas faltou futebol. Fica a lição para 2014.
Comentário de Antonio de Pádua: Ficou comprovado que Dunga não tem estrela para ser técnico da nossa Seleção. Cometeu vários erros como não levar Ronaldinho Gaúcho e Hernandes do São Paulo, com sua teimosia em continuar com Kaká sem está 100%. Mas não adianta lamentar, pois se ganhassemos todas, não teria graça. Somo os únicos a ter cinco títulos mundiais, fico triste em ver alguns brasileiros com a camisa da argentina, uma falta de patriotismo, mas amanhã eles serão eliminados, ante a Alemanha.
DUNGA foi responsável pela eliminação do Brasil da Copa do Mundo de Futebol, visto que não convocou jogadores decisivos como o Ganso, Neymar e Ronaldinho. Levou jogadores já extremamente extenuados e ainda por cima deu 2 dias de folga em 40 dias de trabalho. Desse jeito ninguém aguenta, portanto não precisamos ser psicólogos para entender que os atletas não viam a hora de ir embora da Africa do Sul e rever os seus familiares. Afinal ninguém é de ferro.

Seleção encara Holanda no teste mais difícil da era Dunga

Brasil e Holanda jogam pelas quartas de final da Copa da África, 
nesta sexta-feira, em Port Elizabeth. Na história do Mundial, as duas 
equipes já se enfrentaram três vezes em partidas decisivas. A última 
delas em 1998, na França Foto:
  Foto: Reinaldo Marques/Terra
Como jogador, Dunga venceu a Holanda nos dois confrontos válidos pela Copa do Mundo, e 1994 e 1998
Foto: Reinaldo Marques/Terra

Dunga tem pela frente nesta sexta-feira o maior desafio desde que assumiu a Seleção Brasileira. A equipe 
enfrenta a Holanda, às 11h (de Brasília), pelas quartas de final da Copa do Mundo, no Estádio Nelson Mandela Bay, em Port Elizabeth, em uma das partidas mais aguardadas do torneio.
Um tropeço diante do time europeu pode manchar a trajetória vitoriosa do treinador, que completará 60 jogos no cargo. Até agora foram 42 vitórias, 12 empates e apenas cinco derrotas em três anos e dez meses marcados pelos títulos da Copa América de 2007 e da Copa das Confederações de 2009, o primeiro lugar nas Eliminatórias Sul-Americanas, e a derrota na Olimpíada de Pequim, em 2008.
"Se perder, a metralhadora volta a disparar", afirmou Dunga em certa ocasião durante o Mundial da África do Sul. Por isso, a responsabilidade aumenta diante de um adversário com números tão expressivos como os do Brasil.
A equipe do técnico Bert van Marwijk se classificou com 100% de aproveitamento nas Eliminatórias Europeias. Na Copa, venceu as quatro partidas que disputou - contra Dinamarca, Japão, Camarões e Eslováquia. Sem brilhar, mas com o mesmo futebol eficiente que caracteriza o técnico do Brasil.
Os holandeses cruzam o caminho de Dunga pela terceira vez em Copas. Como jogador, ele participou das vitórias nos Mundiais de 1994 (3 a 2, também nas quartas de final) e 1998 (triunfo nos pênaltis, após empate por 1 a 1 na semifinal). A Holanda não vence o Brasil desde a Copa do Mundo de 1974, ainda nos tempos da "Laranja Mecânica" de Johan Cryuff.
Para manter a série de sete jogos sem perder para o adversário, o Brasil espera continuar crescendo no torneio. Depois de uma primeira fase sem grandes atuações, a equipe finalmente convenceu na vitória por 3 a 0 sobre o Chile, na última segunda, no início do mata-mata.
"Será um jogo importante. Vai afunilando a Copa do Mundo e partidas serão cada vez mais difíceis, emocionantes, com melhor qualidade técnica. Todos que vão vir ao estádio vão ver um bom espetáculo", analisou o técnico brasileiro.
Só que Dunga não terá seu time ideal para a "decisão". Elano, lesionado, já está fora. Felipe Melo, que se recupera de contusão no tornozelo esquerdo, ainda é dúvida. O treinador vai divulgar a escalação apenas momentos antes da partida.
Já a Holanda aposta no atacante Robben, sua maior estrela, para surpreender. A equipe promete manter a postura ofensiva contra o Brasil. "É importante jogarmos o nosso estilo de jogo. O Brasil é o favorito, mas não tememos nada", analisou o técnico Bert van Marwijk.
Se vencer a Holanda, a Seleção encara Uruguai ou Gana na primeira semifinal, na próxima terça-feira, na Cidade do Cabo. Do outro lado da chave, se enfrentam Argentina x Alemanha e Espanha x Paraguai.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

CAMPANHA SOLIDÁRIA


O Grêmio Estudantil do Cassiano, promoveu mais uma campanha, dessa vez para ajuda uma futura mamãe adolescente (16 Anos) que está com 6 meses de gravidez e não encontrou apoio da sua mãe e do pai da criança. Queremos agradecer a todos os alunos da Escola Frei Cassiano que participaram com suas doações, mostranto que são solidários a essa situação. Para aqueles que dizem que o Grêmio Estudantil não representa os alunos, fica a resposta, pois contra fatos não há argumentos. Recebemos de doações: 01 Berço; 01 colchão; Fraldas Descartáveis; Roupas para o bebê e Bolsas. A Diretoria do Grêmio conseguiu uma Psicologa para acompanhá-la nos meses finais da gestação e sua inclusão no programa MÃE CORUJA. Parabéns Alunos do Cassiano, voces mostram que o amor ao próximo existe na nossa escola. Arrecadamos também donativos que já foram entregues para serem distribuidos com os desabrigados de Palmares.

"Mantenham a mente aberta, assim como a capacidade de se preocupar com a humanidade e a consciência de fazer parte dela" (Dalai-Lama)

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